sexta-feira, 29 de julho de 2011

"De volta à Caixa de Desejos" de Ana Cristina Melo


De volta à Caixa de Desejos
Editora: Usina das Letras/Vermelho Marinho
288 páginas

Sinopse: Para quem se encantou com a protagonista de Caixa de Desejos, uma menina sensível e inteligente que viveu uma tumultuada passagem para a adolescência, vai se identificar muito mais com essa continuação, quando ela está às vésperas de completar 18 anos. Marília, uma jovem apaixonada pela literatura, prestes a entrar na fase adulta, vive de novo as turbulências desse rito de passagem. 




Atenção: esta resenha contém spoilers do primeiro livro da série Caixa de Desejos.

“Para alcançarmos nossos sonhos, nem sempre o melhor caminho é uma linha reta”. (pg. 281)

Quem leu a resenha do primeiro livro da autora, “Caixa de Desejos”, sabe que ficamos com gostinho de quero mais ao final do livro. Para nossa alegria, Ana Cristina Melo continuou a história da personagem Marília em um livro maior que o primeiro (que era bem curtinho), mas mantendo o mesmo jeito leve de escrever.

Em “De volta à Caixa de Desejos”, encontramos os personagens já na adolescência e enfrentando os dilemas típicos da idade. Marília, a personagem principal, está no Ensino Médio, se preparando para o vestibular enquanto sua irmã Francine mora em Paris, junto com a atrapalhada mãe. Para ela, sua vida até então era perfeita e seguia sua normalidade, tanto que sua caixa de desejos, dada pela avó Laurinda, estava ‘aposentada’ e não era usada há alguns anos.

No entanto, chega um momento em que Marília se sente no meio de um furacão, em que tudo na sua vida parece uma bagunça. A sua casa, antes tranquila, agora é palco de brigas constantes entre seus pais que estão a ponto de se separar. Seu namorado Rafael, que parecia ser um cara legal, se revelou possessivo e seu ciúme começa a sufocar. A amizade com Joana, uma de suas melhores amigas, passa por questionamentos. A chegada repentina de Joca, sobrinho-neto de sua avó Ida, balança ainda mais a família. Enfim, de repente Marília se sente angustiada e percebe o quanto sua vida mudou nos últimos anos. Sua angústia é tanta que a faz voltar a sonhar com sua vó Laurinda e a recorrer novamente à caixa de desejos, mesmo sem saber o quê precisamente pedir.

É por essas situações que o leitor acompanhará Marília, sendo muito fácil criar empatia pela personagem. A autora consegue descrever seus sentimentos de forma que começamos a entendê-la e até nos identificar. É interessante poder viver junto com Marília as dúvidas, angústias e alegrias que a nova fase de sua vida lhe apresenta. Marília e sua irmã Francine estão agora amadurecendo, entrando para a vida adulta, tendo que fazer escolhas um tanto difíceis e significativas. Acompanhar essa transformação nos faz criar um carinho por essas personagens que conhecemos crianças no primeiro livro.

Além disso, a autora escreve de forma a tornar a leitura agradável, como deve ser um livro infanto-juvenil. A escrita é super bem feita, concreta e leve, bem informal, o quê dá um toque de naturalidade à história, como se estivéssemos conversando ou vivenciando os momentos junto de Marília.  É um livro que recomendamos especialmente para aqueles que estão começando a criar o hábito da leitura, por ser uma leitura prazerosa e que flui, além de ser de uma autora nacional, o quê nos enche de orgulho.

Ah, os comentaristas dessa resenha participarão do sorteio de marcadores autografados pela autora (mas tem que ser seguidor do blog e pedir o marcador em um comentário consistente hehehe – válido até 05 de agosto).

By Débora e Alessandra

segunda-feira, 25 de julho de 2011

"O Beijo das Sombras" de Richelle Mead

"O Beijo das Sombras" - Livro 1 da série Academia de Vampiros
Autora: Richelle Mead
Tradução: Inês Candoso
Editora: Nova Fronteira
320 páginas

Sinopse: Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma Dampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi - os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade. Leia mais.





Comprei esse livro por dois motivos. Primeiro, é o estilo de leitura que eu gosto (fantasia, ação, romance, tudo numa história) e, por segundo, as críticas que eu li sobre essa série abordavam coisas boas a respeito - e eu assino embaixo.

“O Beijo das Sombras” é o primeiro volume da série (preciso urgentemente da continuação) e simplesmente eu não consegui parar de ler. Sempre que eu tinha um tempinho de sobra eu ia lá e devorava o livro. Em outras palavras: o livro é ótimo!

Richelle conseguiu criar um universo de vampiros diferente do comum. Nesta série, as hierarquias contam muito na sociedade vampiresca. São elas:

Dampiros: meio humanos meio vampiros. São os futuros guardiões da realeza Moroi.
Moroi: realeza vampiresca. De acordo com o tempo, essa hierarquia vem diminuindo muito devido o ataque dos Strogoi.
Strogoi: São os vilões. A única forma de manter a imortalidade deles é se alimentando do sangue de um Moroi. Há duas formas para se transformar em um Strogoi: matar ou, se optar, ser mordido por um Strogoi.

A história é narrada pela protagonista Rose, ou seja, é em primeira pessoa. Rose é uma dampira de muita personalidade e caráter. É a típica pessoa que tem presença e que se deixa abater ou se levar por outros. Ela estuda para ser guardiã de Lissa Dragomir, que pertence à realeza Moroi. As duas são melhores amigas e possuem uma ligação muito forte e rara.

Já no primeiro capítulo, a ação e o suspense aparecem. Rose e Lissa, depois de fugirem da escola Academia São Vladimir (destinado para dampiros e vampiros Moroi), são capturadas por guardiões (no qual mais se destaca é Dimitri) e são mandadas de volta para a escola.

De volta a ASV, Rose percebe, novamente, o porquê de elas fugirem antes: toda a questão de fofocas, boatos, a divisão em grupos por causa das hierarquias e, o mais importante de tudo, o pressentimento do perigo que ronda Lissa.

Toda a história é muito bem estruturada. Apesar de a trama principal ter bastante suspense, muitas partes divertidas aparecem. Rose é muito engraçada em relação aos flertes com os garotos. Porém, as partes que eu mais ansiava eram as aulas de luta e resistência que Rose tinha com o Dimitri, um guardião respeitado por todos e, como todos falavam, um Deus de tão bonito. Além de tudo isso, ele tinha o seu lindo sotaque russo... *.*

“O Beijo das Sombras” envolve um pouco tudo: mistério, suspense, romance, ação, humor, entre outros. Considero uma história completa. Richelle conseguiu criar um genial universo de vampiros! Recomendo.

Uma observação sobre a capa desse livro: vocês já devem ter visto outra versão de capa, com uma moça na frente, e, particularmente, prefiro a versão que eu tenho (a imagem do post), em que não aparece nenhum personagem. O segundo volume da série é “Aura Negra”, que eu ainda não tenho e estou louca para adquirir.


By Alessandra



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Lançamento do livro "Antes que eu vá" de Lauren Oliver

Boa tarde, galera!

Hoje nós vamos compartilhar com vocês mais um super lançamento que está dando o que falar. Estamos falando do livro "Antes que eu vá" da autora Lauren Oliver. A editora Intrínseca divulgou ontem, em seu twitter, as datas de lançamento do livro aqui no Brasil.

Antes de ver a programação, vamos conhecer um pouco mais sobre o livro?





Sinopse: Em uma noite chuvosa de fevereiro, Sam é morta em um acidente de carro horrível. Mas em vez de se ver em um túnel de luz, ela acorda na sua própria cama, na manhã do mesmo dia. Forçada a viver com os mesmos eventos ela se esforça para alterar o resultado, mas acorda novamente no dia do acidente. O que se segue é a história de uma menina que ao longo dos dias, descobre através de insights desoladores, as conseqüências de cada ação dela. Uma menina que morreu jovem, mas no processo aprende a viver. E que se apaixona um pouco tarde demais.







Apesar de não gostarmos quando os rostos dos personagens aparecem na capa, achamos essa linda! E só pela sinopse achamos que deve ser uma história emocionante e triste, que tem tudo para, quem sabe, fazer cair algumas lágrimas. Para quem ficou na expectativa como nós, segue abaixo as datas de lançamento do livro:

Belo Horizonte: 
Domingo, 7 de agosto, às 14h 
Saraiva Mega Store Diamond Mall

Brasília: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Saraiva Mega Store Shopping Pátio Brasil

Curitiba: 
Domingo, 7 de agosto, às 15h 
Saraiva Mega Store Crystal Plaza Shopping Center

Fortaleza: 
Sábado, 6 de agosto, às 18h 
Saraiva Mega Store Shopping Iguatemi

João Pessoa: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Livraria Saraiva Manaíra Shopping

Manaus: 
Domingo, 7 de agosto, às 15h 
Saraiva Mega Store Manauara Shopping

Natal: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Siciliano Midway Mall

Porto Alegre: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Saraiva Mega Store Praia de Belas Shopping

Recife: 
Domingo, 7 de agosto, às 16h30 
Saraiva Mega Store Shopping Recife

Rio de Janeiro: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Saraiva Mega Store Shopping Rio Sul

Salvador: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h
Saraiva Mega Store Shopping Iguatemi Salvador

São Paulo: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Saraiva Mega Store Morumbi Shopping

Vitória: 
Sábado, 6 de agosto, às 16h 
Saraiva Mega Store Shopping Vitória

Anotaram na agenda??

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"Cilada" de Harlan Coben

"Cilada"
Autor: Harlan Coben
Tradução: Marcelo Mendes
Editora: Sextante
272 páginas

Sinopse: Haley McWaid tem 17 anos. É aluna exemplar, disciplinada, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Por isso, quando certa noite ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia dela, todos na cidade começam a imaginar o pior. O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, ele é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida. Leia mais.




Wendy Tynes é repórter, viúva e mãe. Trabalha num programa na NTC News que tem como objetivo desmascarar pedófilos. Um dia, Wendy recebe um e-mail anônimo que cita Dan Mercer, um homem além das suspeitas, como um abusador sexual de crianças. Com essas informações em mãos, Wendy resolve criar uma armadilha para pegá-lo.

Enquanto Wendy se preocupa com a resolução do caso, na mesma cidade a família McWaid sofre com o desaparecimento repentino da filha Haley, uma adolescente que cursava o seu último ano no colégio, amava a família e os amigos, e não tinha nenhum motivo para fugir de casa.

Aparentemente, nenhum dos fatos possuem ligação. Porém, durante as investigações, o iPhone de Haley é encontrado no quarto de hotel onde Dan se hospedava. Este, por sua vez, enquanto alega ser inocente, é brutalmente assassinado na frente de Wendy Tynes.

Wendy segue seu instinto, que diz que algo está errado e vai atrás de informações a respeito do passado de Dan. Ela precisa esclarecer tudo e achar respostas, pois, caso contrário, pode ter causado a morte de um inocente.

Como pode-se ver, a protagonista da história é a repórter Wendy, mas como o livro é narrado na 3º pessoa, é possível ver a visão dos outros personagens envolvidos na trama, o que eu acho muito bom para esse tipo de história (suspense policial), já que tu vai investigando junto, relacionando os fatos, criando hipóteses.

E o que falar sobre a protagonista Wendy? Por ser uma jornalista investigativa, Wendy tem faro muito apurado (para mim, ela parecia mais investigadora) e raciocínio muito rápido, ligando os fatos que depois fazem o maior sentindo - em algumas partes, era difícil de enxergar a ligação entre eles. Como não podia deixar de ser, Wendy é uma personagem forte, com personalidade. Não se deixa abater por qualquer coisa, mas que ainda guarda rancor pelo que aconteceu com o marido que foi morto - não vou falar muito, pois é aí que a mensagem principal da história aparece.

A questão do “perdão” é muito visível nesta história. Nem todo mundo consegue “perdoar” o outro... e é isso o que o livro quer transmitir acima de toda essa parte de investigação: o ódio e a vingança, quando o alimentamos, fazem com que “acabamos deixando de lado as coisas que realmente importam” (pg. 251). Eu achei muito bonita essa mensagem e é esse o maior desafio de Wendy: perdoar o verdadeiro culpado da morte de seu marido. Mas será que ela vai conseguir fazer isso? Perdoar alguém que tirou a vida de seu marido e que abalou a família?

Em busca de respostas para essas perguntas e de solução para a investigação que serve como pano de fundo é que gira a história desse livro que mais parece um quebra-cabeça. Durante todo o tempo, tu tenta montar/procurar fatos para interligá-los, até que aparece outra prova e precisamos voltar no raciocínio. Para quem gosta de investigação/tema policial, super recomendo a leitura.  

By Alessandra



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo!


Hoje, dia 20 de julho, é Dia do Amigo e o blog não poderia deixar essa data passar em branco, afinal ela homenageia aquelas pessoas que são tão especiais nas nossas vidas.  Pensando em escrever algo a respeito da data, nos lembramos de histórias do mundo literário que mostram o valor de uma verdadeira amizade e do quão gostoso é ter pessoas queridas por perto.

Exemplo disso é o que não falta... O que falar dos três bons amigos Harry, Rony e Hermione que dão risadas, brigam e enfrentam poucas e boas sempre juntos numa história em que a magia praticamente fica em segundo plano diante da amizade dos três? E a turma de amigos do “Menino Maluquinho” que, na inocência da infância, tem nas aventuras momentos que valorizam a amizade? E os amigos que, apesar da ignorância e intolerância da sociedade, criam laços de cumplicidade que vão além das aparências e posição social, como os meninos Amir e Hassan, de “O caçador de Pipas”, ou as mulheres indianas Bhima e Sera de “A Distância entre Nós”? E as amizades que comprovam que basta ter um coração para se ter sentimentos e afeto a exemplo daquelas que temos com os animais, como Marley e seu dono em “Marley e Eu” ou Stacey e sua coruja em “Wesley”?

Enfim, estes personagens, reais ou fictícios, são apenas bons exemplos do valor da amizade em nossas vidas, afinal, a literatura está repleta deles. Por isso mesmo, compartilhar histórias é uma boa forma de demonstrar carinho por aqueles que amamos, pois estão carregadas de emoção. Seja presenteando com um livro, seja apenas contando um causo, compartilhar histórias é dar carinho, dizer que se importa e que ama como que lê um conto de fadas a uma criança.  Então, quem sabe presentear um amigo com um bom abraço e uma boa história no dia de hoje?

E como esse blog também tem trazido a oportunidade e a felicidade da gente conhecer pessoas queridas por esse Brasilzão, precisávamos desejar igualmente um Feliz Dia do Amigo a todos vocês comentaristas e parceiros. Já os consideramos amigos apesar dos nossos contatos se darem apenas nesse louco mundo virtual - com certeza vocês são muito especiais para nós. As mesmas alegrias que desejamos para um amigo aqui do nosso lado, desejamos também para vocês. Por isso, FELIZ DIA DO AMIGO! Como mimo, vamos dar um marcador do nosso blog para cada comentarista desse post. Para isso, precisa ser seguidor do blog, pedir no comentário que quer o marcador e nos enviar o endereço de entrega através do nosso contato. Válido até amanhã 21/07... é só uma lembrança do carinho que temos por vocês!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Livros que estão chegando - Novo Conceito

Oi gente!

Hoje viemos com três títulos da Novo Conceito que estão saindo do forno e valem a pena serem conferidos. Olhem aí:

DATA DE LANÇAMENTO: 08 de agosto

“Ao se aproximar, David percebeu, para seu horror, que era uma mulher. Suas pernas desnudas ainda estavam dentro da água e, quando as ondas chegavam, levantavam a saia do vestido e faziam com que se agitassem. A cabeça não ficou visível até que ele se aproximasse, e David percebeu que ela era jovem, com mais de 20 anos, esguia e bela, e que seu cabelo loiro havia sido cortado de forma descuidada e brutal. —Quem é você?—ele perguntou, abaixando-se ao seu lado nos pedriscos da praia, erguendo-a até que estivesse sentada e apoiada contra seu ombro. David tomou o pulso da mulher. Embora a pele dela estivesse fria como o gelo e muito enrugada por causa da submersão, ele conseguiu sentir uma pulsação leve.” Contrariando todas as expectativas, ela está viva, mas não faz a menor ideia de quem seja. Contudo, quando sua foto é colocada no jornal local, uma antiga companheira de trabalho no cruzeiro que fez pela América do Sul a reconhece. Quando uma bela moça loira foi encontrada desacordada em uma praia, ela não tinha nenhuma lembrança de quem era ou dos horrores pelos quais havia passado antes de chegar ali. A esteticista Dale não via Lotte Wainwright há tempos, mas, para seu pesar, reconheceu sua amiga na foto publicada pela imprensa local em um artigo que noticiava as misteriosas circunstâncias do aparecimento da jovem que, recentemente, havia dado à luz. Após uma longa separação entre Lotte e Dale, uma perigosa sequência de segredos,mentiras e pesadelos tem início. O que aconteceu com Lotte? Alguémqueriamatá-la? E, o pior, o que acontecera com o bebê a quem dera à luz? Imagine não saber de onde você veio e o que o futuro lhe reserva…

DATA DE LANÇAMENTO: 15 de agosto

Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível. "É romântico sem ser meloso e leva às lágrimas sem ser exagerado – o que mais o leitor pode querer? " — resenha da BCCB Às 16h48 de uma sexta-feira de abril, minha irmã estava ensaiando para o papel de Julieta e, menos de um minuto depois, estava morta. Para minha surpresa, o tempo não parou com o coração dela. As pessoas continuaram indo à escola, ao trabalho, a restaurantes; continuaram quebrando bolachas salgadas em suas sopas, preocupando-se com as provas, cantando nos carros com as janelas abertas. Por vários dias, a chuva martelou o telhado da nossa casa — uma prova do terrível erro cometido por Deus. Toda as manhãs, quando me levantava, ouvia as incessantes batidas, olhava pela janela para a tristeza lá fora e me sentia aliviada, pois pelo menos o sol tivera a decência de ficar bem longe de nós.

DATA DE LANÇAMENTO:  01 de agosto

“Na minha visão de veterana, a orientação aos calouros é uma perda de tempo colossal. Se fosse por mim, as coisas seriam bem diferentes. Somente três coisas seriam transmitidas aos garotos para que vivessem uma experiência de sucesso no ensino médio: fazer a lição de casa, usar camisinha e passar desodorante nos sapatos de couro. Por outro lado, ao aconselhar as meninas, diria que confiar em garotos é igual a beber e dirigir. O fato de se tomar uma ou duas cervejas nunca parece perigoso no começo. Mas para mim, era óbvio: por que alguém iria correr o risco? (...) Era o tipo de informação que poderia salvar a vida de uma garota (...) Momentos constrangedores tinham uma vida útil surpreendente na escola (...)” A vida é feita de escolhas, e Natalie Sterling se orgulha de suas decisões. Mas será que agora conseguirá escolher o caminho certo? Ainda continuará sendo o mesmo tipo de garota até a formatura? “Siobhan Vivian desafia as suposições sobre o sexo na escola e envia uma mensagem positiva sobre aceitação, perdão e amor.” Este era seu último ano do colégio. Entrar na universidade, ser presi dente do conselho estudantil e passar todos os dias com sua melhor amiga era tudo o que Natalie havia planejado. Ela sempre foi estudiosa, a melhor da classe. Não era o tipo de garota comum na Academia Ross, pois se reocupava muito com sua reputação. Talvez até demais. Então, para sua surpresa, no início das aulas, uma caloura a reconhece por tê-la tido como babá anos atrás. Desse reencontro surgirão muitos acontecimentosem que Natalie será obrigada a fazer difíceis escolhas para os dilemas de sua vida no ensino médio, como qualquer adolescente. Seu último ano será repleto de decisões, indecisões, julgamentos e paixões, tornando-se inesquecível. Seus planos sofrem uma reviravolta e sua vida fica de pernas para o ar, tudo o que ela não desejava inicialmente.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

"Escolhida" de P.C.Cast e Kristin Cast

"Escolhida" - Livro 3 da série House of Night
Autoras: P.C. Cast e Kristin Cast
Tradução: Johann Heyss
Editora: Novo Século
296 páginas

Sinopse: Neste terceiro livro da série House of Night os acontecimentos tomam um rumo misterioso e perturbador. Zoey tenta encontrar uma solução para ajudar Steve Rae, que luta para manter sua frágil humanidade, antes que ela se transforme em um monstro. Entretanto, salvar sua melhor amiga significa ir contra Neferet, e para conseguir o que quer, Zoey acaba se aliando a uma inesperada pessoa, tornando-se sua confidente e parceira. Leia mais.






Atenção: esta resenha contém spoilers dos primeiros livros da série: Marcada e Traída.

"Ser Escolhida de nossa Deusa é um privilegio, mas dói." (pg. 264)

No segundo livro da série (Traída), assuntos ficaram em aberto para serem discutidos neste terceiro volume: o fato da Stevie Rae ter se tornado um monstro morto-vivo; Neferet estar por trás de todas essas transformações de novatos que morreram para monstros; e a indecisão de Zoey sobre os seus três affairs (Erik Night, Heath e Loren).

Zoey não suporta a ideia de sua melhor amiga ter se transformado em algo tenebroso. Como vimos no segundo livro, Zoey e Aphrodite são as únicas que Neferet não consegue “decifrar” (pois vampiros adultos têm a intuição aguçada). Em outras palavras: Neferet não sabe o que elas estão tramando. Desse modo, Zoey não vai poder contar seus segredos para seu círculo de amizade (Erin, Shaunee, Damien e Erik) e nem para ninguém, exceto Aphrodite, a única pessoa que Zoey não suporta e vice-versa. Apesar desse desafeto, Aphrodite se torna mais suportável e, se sentindo em dívida com a Deusa Nyx por causa das antigas mancadas, ela se une com Zoey para tentar salvar Stevie Rae e ir contra Neferet, já que ela está envolvida nessas transformações. Mas para Zoey há ainda a preocupação de que seus amigos não entendam as razões  dela esconder disso deles e não da Aphrodite. Isso pode trazer consequências para Zoey, tornando a sua vida mais difícil do que já estava.

Para piorar ainda mais, dois professores da Morada da Noite são mortos, e tudo indica que o Povo da Fé (do qual o padrasto de Zoey faz parte) que está por trás disso. Será que a rivalidade entre os humanos e vampiros vai aumentar ainda mais depois disso? Será que a família de Zoey, mais especificamente seu padrasto e sua mãe, vão se voltar de vez contra ela?

Entre todos os livros que eu li da série até agora, esse foi o que mais me deu vontade de sacudir a Zoey, sabe? Motivo: ela não consegue se decidir entre Erik, Heath e Loren. A questão entre ela e o Heath se entende, tem toda a história da Carimbagem entre eles... mas a questão entre ela e o Loren me tira do sério. Coitado do Erik, que o tempo todo estava ao lado dela, dando apoio, mesmo sem saber o que estava acontecendo.

Será que tudo vai se ajeitar em "Indomada", o quarto volume da série? Assim como toda a série, o livro é uma leitura deliciosa e agradável. É narrado em primeira pessoa e é bem rápido de ler. Estou querendo muito comprar a continuação. É totalmente viciante. 

By Alessandra

sábado, 16 de julho de 2011

Book Blogger Hop #16 + Meme Literário


Importamos para o nosso blog o Book Blogger Hop! A ideia é das gurias do blog Murphy's Library, que criaram a versão brasileira inspiradas na versão em inglês do Crazy For Books. A ideia é conhecer um pouco mais dos blogueiros literários.

O meme funciona da seguinte forma: toda semana, as gurias postam uma pergunta. Quem quiser responder, coloca o selo do Book Blogger no seu blog e linka o seu post no Murphy's Library.

Essa última semana, a pergunta foi:


Alessandra: Geralmente eu adquiro meus livros por meio de compra pela internet, já que os preços ficam mais em conta se comparado nas lojas físicas. Alguns outros são adquiridos por meio de parceria, quando alguns autores/editoras mandam seus livros para resenhas. Na época do colégio eu costumava ir na biblioteca e alugar algum livro, mas agora, que acabei o colégio, fica meio difícil de ir em alguma biblioteca, mas eu AMO toda a atmosfera de uma (*-*). E no momento não uso nenhum site de troca de livros... futuramente, quem sabe. 

Débora: Gosto de comprar mesmo. Como já sou formada na faculdade, não posso mais usar a biblioteca para empréstimos :(  Tinha também cadastro numa biblioteca pública aqui de Porto Alegre, dessas que tu paga um valor simbólico de sócio no ano, mas há algum tempo não uso, até porque tenho uma pilha enorme aqui pra ser lida hehehehe!  


E, como é sábado, aproveitamos para responder um outro meme literário indicado pela Mi, do blog Minha Vida Literária.


1- Por que entre tantas atividades você prefere ler?

Alessandra: Desde criança sempre gostei de ler. Talvez por se desligar de tudo e entrar numa outra "realidade". Por exemplo: não teve um livro Harry Potter que eu não me pegasse pensando "Eu também quero fazer isso", sendo que é algo que não existe... Enfim, é uma maneira de se reiventar e deixar a imaginação a solta. Não há barreiras. 

Débora: Desde que aprendi a ler, ganhei livros de presentes e sempre fui incentivada, tanto em casa, quanto na escola em que estudava (na verdade, até antes de começar a ler). Então, pra mim, foi um processo natural e, à medida que ia crescendo, tomava mais gosto pela coisa...não teve aquela pressão dos pais para eu ler, sabe?! Adorava criar universos à parte (ohh criança criativa), elaborar filmes mentais e coisas do tipo... Mas a leitura está entre as atividades que eu gosto, não é a única - ainda tem música e filmes, que eu também adoro.   

2- Por que gosta de ler livros físicos (se na era da Internet, muitos lêem por ela)?

Alessandra: Eu tenho um vício que não consigo largar e nem quero: cheirar as páginas de livros. Amo amo amo amo amo. Se eu fosse ler pela internet, eu não poderia desfrutar desse delicioso cheiro de páginas. E outra coisa: ficar muito tempo no computador me dá dor de cabeça... o que não é muito legal. E eu gosto de ter o livro na minha estante!! Acho lindo uma estante cheia de livros e bem arrumada.

Débora: Eu simplesmente tenho o ritual da leitura (ai que louca), mas é verdade. Gosto de sentir a textura das páginas, o peso do livro, o ato de folhear e, o melhor, o cheiro das folhas (isso vicia e estou falando sério hehehe). 

3- Por que comprar livros?

Alessandra: Ora, para poder lê-los e ter aqui comigo para que eu possa reler a qualquer hora que eu queira.

Débora: Porque sou um pouquinho (só um pouquinho, juro) ciumenta com as minhas coisas, então gosto de ter. E, principalmente, porque aumento o acervo da minha biblioteca particular hehehehe!

4- De onde vem seu incentivo de leitura, os blogs literários tem alguma influência nele?

Alessandra: Amo ler livros desde que eu me conheço por gente. Mas devo admitir que o meu maior incentivo foi a minha irmã Débora (Te amo Déééé hahaha). Sempre nas férias, quando ficava aquele tédio na praia, a Débora surgia com um livro, e eu, sendo a irmã caçula, ia lá copiar ela: pegava um livro e lia. Peguei o gosto e não larguei nunca mais a leitura. O blog literário é uma consequência dessa paixão por livros.

Débora: Te amo também Ale hehehehe! Mas como ela disse, o blog foi consequência do amor pela leitura. E como respondi na primeira pergunta, a leitura foi um processo natural e não obrigação. Aqui em casa, livro sempre teve espaço e desde cedo nossos pais nos levavam à Feira do Livro aqui de Porto Alegre, bibliotecas e livrarias. Ainda tenho muitos livros e gibis (HQ) de quando era criança que guardo com carinho - livros do Pedro Bandeira, Os Karas, Coleção Tesouro Disney, Vagalume...

5- Você lê o que está na moda ou segue algum escritor que te agrada?

Alessandra: É sempre bom ler lançamentos. Eu, pessoalmente, gosto. Mas sempre tem livros antigos que eu me interesso. Tem alguns escritores (as) que eu gosto bastante e sempre tento ver outros livros deles (as) que eu possa me interessar. Exemplos: Stephen King, Meg Cabot, Paula Pimenta entre outros.

Débora: Leio os autores que eu gosto e os da 'moda' leio só se me interessar. Tem muitos títulos atuais, que fazem sucesso entre blogueiros, mas que eu não tenho curiosidade em ler. 

6- Ler um livro atrás do outro faz bem?

Alessandra: Mal que não faz hahaha. Por que faria?? Até hoje nunca fiquei doente ou algo do tipo por ler um livro atrás do outro.

Débora: Se as histórias não forem muito parecidas, o que poderia dar um nó no cérebro, não tem problema não heheheheh!

7- Indique blogs para responder o Meme e AVISE-OS.

Indicamos todos os blogs parceiros!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

"A Hospedeira" de Stephenie Meyer

"A Hospedeira"
Autora: Stephenie Meyer
Tradução: Renato Aguiar
Editora: Intrínseca
560 páginas

Sinopse: Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.  Leia mais.

Oi pessoal! E aí, estão se preparando para a pré-estreia do Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2? Eu já estou com o meu ingresso aqui comigo só esperando a hora chegar! Mas enquanto não chega, vamos nos deliciar com a resenha que trago pra vocês do livro “A Hospedeira”!


A Terra foi invadida por uma espécie de alienígenas chamada alma. Ela é pacífica, contra qualquer tipo de violência. Os únicos que chegam perto de ser violentos são os Buscadores – almas que têm como função encontrar os poucos humanos que ainda restam no planeta, os chamados humanos “selvagens”.

Por mais que as almas sejam pacíficas, existe esta rivalidade entre almas e humanos, óbvio. O motivo: o único modo das almas viverem em outros lugares é ter um corpo hospedeiro, neste caso os humanos. As almas, através de uma cirurgia, são colocadas dentro do seu respectivo hospedeiro e, assim, passam a viver, aparentemente, como humanos (a única forma de diferenciar uma alma em um hospedeiro de um humano é através do olho – entendeu a capa?). Os poucos humanos que ainda resistem a tal realidade se escondem como podem.

A personagem principal é Peregrina, – Peg – uma alma prestes a ser “implantada” na sua hospedeira Melanie Stryder, – Mel – uma humana “selvagem” que foi perseguida pelos Buscadores. Após a cirurgia, Peg sente que algo está errado, pois consegue se comunicar com Mel dentro de “sua” cabeça.

No início, Mel e Peg não se dão muito bem, mas, com o tempo, ambas vão conseguindo conviver uma com a outra. Peg consegue até visualizar certas lembranças de Mel, ou seja, ela consegue ver e sentir situações da vida de Mel. Esse vínculo cresce entre as duas, fazendo Peg repensar sobre a sua espécie. Será que ela vai ajudar os Buscadores a encontrar o bando de humanos “selvagens” do que Mel fazia parte? Será que essa troca de lembranças vai mudar a percepção de Peg sobre os humanos? E qual a opinião de Mel sobre a alma Peg?

Recomendo bastante esse livro. Eu não conseguia parar de lê-lo e sempre queria saber mais e mais. A história debate exatamente os extremos da natureza humana: o quanto podemos ser violentos – visão das almas – e quanto podemos amar e ser amado.

Apesar disso, logo que comecei a história, fiquei um tanto confusa. Pensei “hã? Será que eu vou conseguir entender esse livro?”. Bom, essa foi só a minha primeira impressão. Com o andamento da história, tudo começa a fazer sentido e o entendimento da trama fica mais fácil. Então quem for ler o livro, não fique receosa como eu e não desista nas primeiras páginas.

Como se não bastasse, o desenrolar da história permite mudanças de sentimentos e o surgimento de outros que, até chegar à conclusão do livro, mudam constantemente. Falando em final, tenho que elogiar o desta história - muito melhor do que eu tinha imaginado. Stephenie fechou com chave de ouro. RECOMENDO!

By Alessandra

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Fim de semana na companhia de Emma e Dexter!

Gente, mais um evento que está chegando para os bookaholics de plantão.
A editora Intrínseca marcou para esse fim de semana (16 e 17 de julho) eventos em diversas cidades do Brasil para comemorar junto com os leitores o aniversário de encontro dos personagens Emma e Dexter, do livro Um Dia - David Nicholls



Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.



Os eventos serão uma grande oportunidade para debater a história com outras pessoas que também são fãs e/ou que querem conhecer um pouco da história. A discussão terá o apoio de um Guia de Leitura e, ao final, serão sorteados brindes exclusivos.
Olhem aí os locais em que os eventos ocorrerão:

BRASÍLIA
Sábado, dia 16 de julho, às 16h30
LIVRARIA CULTURA - CASAPARK SHOPPING CENTER SGCV - Sul, Lote 22 - Loja 4-A - Zona Industrial - Guará - DF

NATAL
Sábado, dia 16 de julho, às 17h30
SICILIANO MIDWAY MALL
Av. Bernardo Vieira, 3775 - Tirol - Natal/RN

PORTO ALEGRE
Domingo, dia 17 de julho, às 16h  Adiado para SÁBADO, dia 23 de julho, às 15h
LIVRARIA CULTURA - BOURBON SHOPPING COUNTRY Av. Túlio de Rose, 80 - Loja 302 - Passo DAreia - Porto Alegre - RS

RIO DE JANEIRO
Sábado, dia 16 de julho, às 16h
TRAVESSA SHOPPING LEBLON
Rua Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon – Rio de Janeiro – RJ

SÃO PAULO
Domingo, dia 17 de julho, às 17h
LIVRARIA CULTURA - SHOPPING MARKET PLACE Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 - Vila Cordeiro - São Paulo – SP

Pessoal, essa é uma oportunidade que não dá para perder, afinal o livro já virou filme, que tem data provável de estreia nos cinemas nacionais dia 09 de setembro (nos EUA, o filme já estreou). Interpretando Emma e Dexter estão, respectivamente, os atores Anne Hathaway e Jim Sturgess. Então, vamos ler o livro antes do filme chegar aqui...

Capa do filme nos EUA

terça-feira, 12 de julho de 2011

Série Wicked Lovely no Brasil

Olá pessoas, tudo bem?!

Hoje viemos com uma super notícia da Editora Rocco! O primeiro livro da série Wicked Lovely, da autora Melissa Marr, já está programado para sair em agosto (ainda sem data) e a capa já foi revelada! 

Título Brasileiro
A série, que traz  o mundo das fadas como tema, é super conhecida nos EUA e faz sucesso já há alguns anos, talvez por não ser um mero conto de fadas (sem querer ser redudante), mas por também ter momentos obscuros e assustadores. Ao todo, são 5 títulos e agora os fãs brasileiros poderão se deliciar com a versão em português. E o quê falar das capas?! São lindas, né? E, pelo visto, a Rocco vai mantê-las como as originais.


Agora é só esperar o lançamento...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

"Anna e o Beijo Francês" de Stephanie Perkins

"Anna e o Beijo Francês"
Autora: Stephanie Perkins
Tradução: Fabiana Paganini de Andrade
Editora: Novo Conceito
288 páginas

Sinopse: Anna está ansiosa pelo seu último ano em Atlanta, onde tem um grande trabalho, um melhor amigo leal, e uma queda na iminência de tornar-se mais. É por isso que ela não estava muito empolgada em ser enviada para um colégio interno em Paris, onde ela conhece St. Clair: perfeito, parisiense e absolutamente irresistível. Como o inverno derrete na primavera, será um ano romântico que terminará com o grande beijo francês aguardado?






Quando soubemos que a editora Novo Conceito iria lançar o livro em português, simplesmente surtamos. Tudo porque a Alessandra tem o hardcover original em inglês (Anna and the french Kiss) e a história já tinha conquistado. Depois de lê-lo traduzido, continuamos com a mesma opinião. É um livro que conquista logo nas primeiras páginas e, ao longo da leitura, nos sentimos cada vez mais cativadas pelas aventuras e dúvidas da personagem Anna.

Anna é uma adolescente de 17 anos, americana, filha de um famoso escritor dos EUA e de uma professora que, embora divorciados, compartilham da ideia dela estudar na França por certo tempo. É assim, por obrigação, que Anna vai parar na SOAP (School of American in Paris), tendo que deixar para trás os pais, o irmão mais novo de quem tanto gosta, a melhor amiga Bridgette e um possível futuro namorado, Toph. Por causa disso, mesmo indo para Paris, seu sentimento não é dos melhores – é difícil para ela acreditar que esta será uma experiência legal. Afinal, por não ter sido uma escolha, a mudança se torna um fardo: a distância de quem gosta, um novo país, nova escola, novos amigos e, como se não bastasse, uma nova língua, o que faz Anna se desesperar no primeiro momento. No entanto, para seu alívio, Anna facilmente encontra apoio em novos amigos: Meredith, Rashimi, Josh e Étienne St. Clair. Este, desde o início, a deixa encantada e, em breve, Ana irá se deparar com sentimentos controversos e confusos por este amigo. É em torno disso que a história se dará.

Apesar de o livro tratar de um romance adolescente, não achamos a história melosa, que muitas vezes passa a ser chata e cansativa. Pelo contrário. As divagações de Anna, que é também a narradora do livro, rendem boas risadas. A autora se torna muito convincente e engraçada ao escrever como se tivesse mesmo 17 anos. É hilariante perceber as reações e o que se passa na cabeça de Anna diante das situações em que se mete:

“À tarde, sigo a boiada até a cantina. Evito a fila principal e vou direto ao balcão ‘escolha-sua-própria-fruta’ e pão, ainda que o cheiro da massa esteja muito bom. Eu sou tão covarde. Prefiro ficar faminta a tentar pedir algo em francês. ‘Oui, oui’, eu diria, apontando aleatoriamente para as palavras no cardápio. Então, o chef Bigode Guidão de Bicicleta me traria algo repugnante e eu teria que comprar por pura vergonha. Claro que eu queria pedir o pombo assado! Humm! Igualzinho ao da vovó.” (página 30)

Como se pode notar, a linguagem é simples e cheia de humor. Mesmo nos momentos difíceis da personagem, é quase impossível não rir. Imagina, então, naqueles momentos, digamos, mais românticos. Com certeza, deve ter sido esse jeito divertido de a autora escrever um dos pontos que nos cativou. Além disso, tem um detalhe que nos chamou a atenção: a descrição do escritor – pai de Anna – não é a cara do Nicholas Sparks ou qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência? Quem leu, por favor, nos diga o que achou ;) Hehehehe Sei lá, achamos que a autora não é muito fã dele não.

Ah, não podíamos deixar de falar da capa e da tradução. A capa é exatamente igual à original. Apesar de usar pessoas reais como imagem – o que vocês já sabem que não gostamos –achamos ela delicada e apaixonante, assim como a história, mas, com certeza, a Anna que imaginamos não é nem um pouco parecida com a da foto hehehehe.  Sobre a tradução, ao comparar o livro original com a versão brasileira, podemos dizer que ela foi super bem feita.   Os erros (que foram poucos) encontrados ao longo do texto não foram de adaptação, mas de escrita, nada que atrapalhe o rendimento da leitura.

Enfim, o livro é daqueles que nos deixa com a sensação “aaahh, acabou?!” (que o diga a Ale) É leve e encantador e, certamente, recomendado por nós.


By Alessandra e Débora



sábado, 9 de julho de 2011

Book Blogger Hop #15


Importamos para o nosso blog o Book Blogger Hop! A ideia é das gurias do blog Murphy's Library, que criaram a versão brasileira inspiradas na versão em inglês do Crazy For Books. A ideia é conhecer um pouco mais dos blogueiros literários.

O meme funciona da seguinte forma: toda semana, as gurias postam uma pergunta. Quem quiser responder, coloca o selo do Book Blogger no seu blog e linka o seu post no Murphy's Library.

Essa última semana, a pergunta foi:



Alessandra: Acho que, no máximo, R$35,00. Mas se for um livro que sempre está carinho e que, algum dia, o preço cai mas que mesmo assim continua salgado, eu compro (óbvio que se o meu pai permitir hehehe e se não for um preço absurdo de tão caro).

Débora: R$ 30,00 é a média de preço que eu considero normal para um livro de literatura (não os didáticos e dos cursos de faculdade e tal). Quando passa desse valor, eu já penso duas vezes, porque sempre tem alguma promoção que vale a pena esperar... afinal o livro não vai sumir! Mas já comprei um livro na casa dos R$50,00, porque era um título difícil de achar e que eu queria muito. Vale sempre o bom senso ;)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

"A menina que roubava livros" de Markus Zusak

"A menina que roubava livros"
Autor: Markus Zusak
Tradução: Vera Ribeiro
Editora: Intrínseca
480 páginas

Sinopse: Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Leia mais.





Hoje venho com a resenha de um livro que, pela primeiríssima vez, me fez chorar. Ou seja, o livro é ótimo vendo por este ângulo, pois nenhum livro tinha me feito ir às lágrimas... :O 

A história se passa na época da Alemanha nazista (1939-1943), na qual a luta pela sobrevivência, a tristeza e a pobreza estavam muito presentes.A personagem principal é Liesel, mas a narração é personificada pela figura da Morte, ou seja, é a visão da Morte sobre os fatos.

Liesel Meminger é uma menina alemã que sofreu tristes experiências desde muito cedo, entre eles a perda do irmão e o 'abandono' de sua mãe, que a deixa com outra família (Hubermann) devido à situação difícil que a guerra os deixou. Foi numa dessas tristes experiências que Liesel encontra um livro, algo curioso e encantador para a menina que não sabe ler. Quando ela chega à Molching, cidade de sua nova família, ela faz de Hans (seu novo pai) e Rudy Steiner (seu mais novo vizinho) seus melhores amigos e companheiros e, mais tarde, o judeu Max. É Hans que ensina Liesel a ler e fica ao lado dela quando ela acorda de algum pesadelo. Rudy, por sua vez, é seu comparsa no furto de algum livro, um momento especial para ela que, no meio de tanto caos e ódio gerado pela guerra, tem nos livros e nas histórias um mundo aparte. Já com Max, a pequena Liesel possui uma relação muito forte. É ela que o faz ter seus melhores momentos através de simples atos. 

Nem sei como descrever este livro. É uma história com uma linguagem simples, mas que trata de um assunto pesado. Esse livro me surpreendeu de várias formas: a trama é super realística, por mais que a narração seja feita pela Morte - é ela que descreve e mostra a situação das pessoas nessa época, em que o sentimento mais presente é o medo, tanto para judeus como também para alemães. 

O livro me fez refletir muito sobre o nazismo, o quão ignorante e cruel pode ser o homem em relação ao outro e que, mesmo num caos total, pessoas realmente boas existem e que lutam contra tal realidade. Por mais que o nazismo já tenha acabado, as marcas continuam aí e, mesmo que tenha sido uma parte importante e vergonhosa da história, não deve ser esquecida para não ser repetida. 

Eu demorei um pouquinho pra acabar o livro, mas como vocês podem ver, não por ser ruim, mas porque eu precisava digerir a história. A narrativa sobre a vida de Liesel não é 100% ação, entendem? Mas como o desenrolar da história é na Alemanha nazista, horas de suspense sempre aparecem. É bom salientar também o evidente amadurecimento de Liesel durante a narrativa. Ela vai ficando mais “forte” com o passar do tempo e, por mais que seja uma criança, ela consegue entender a situação até enxergar o verdadeiro culpado pela enorme desordem em que o mundo está. 

Enfim, a leitura desse livro foi fantástica. Valeu cada segundo que eu gastei lendo. Com certeza, é um livro para refletir. Se o blog desse estrelinhas para os livros resenhados, esse seria 5!! RECOMENDADÍSSIMO!

Deixo aqui embaixo, um vídeo montagem super bem feito por um leitor, que mostra bem toda atmosfera da história. Vale a pena dar uma olhada!


By Alessandra

segunda-feira, 4 de julho de 2011

"Traída" de P.C.Cast e Kristin Cast

 "Traída" - Livro 2 da série House of Night
Autoras: P.C.Cast e Kristin Cast
Tradução: Johann Heyss
Editora: Novo Século
331 páginas

Sinopse: Zoey se estabelece na Morada da Noite. Finalmente sente-se incluída e aprende a controlar os seus poderes. Agora ela supera novos desafios, luta contra a morte que se abate sobre adolescentes humanos e sobre a própria Morada da Noite e, de repente, percebe que seu coração e sua alma acabam de ser partidos por uma grande traição.Nesse segundo livro da série House of Night depare-se com novos mistérios, surpreendentes emoções e muita sensualidade.
House of Night é um dos maiores sucessos da atualidade nos Estados Unidos com mais de 3 milhões de livros vendidos em todo o mundo. O primeiro livro, Marcada, vendeu mais de setecentos mil exemplares nos Estados Unidos e já foi reimpresso 28 vezes.
As autoras anunciaram que a série House of Night será formada por 9 livros. O quinto, Hunted, foi publicado no último dia 10 de março nos Estados Unidos.

Atenção: esta resenha contém spoilers do primeiro livro da série, Marcada.

Quem não gosta de se deliciar neste frio lendo um livrinho??? Hoje venho com uma dica super legal pra vocês: um livro leve, mas super envolvente - “Traída”, segundo volume da série House of Night. Como vocês podem ver, a capa segue o mesmo padrão do primeiro livro, fato que também se percebe nos demais títulos da série!!! 

Assim como o primeiro livro (“Marcada”), a leitura flui. Apesar do tema 'vampiro' hoje em dia ser bem clichê, essa série me manteve presa e ligada, o que é muito bom! Neste segundo livro, Zoey se encontra em mais uma missão. Tudo começa quando os noticiários passam a relatar o sumiço seguido de morte de dois garotos que Zoey conhecia antes de ser marcada. Zoey sente que algo está errado, principalmente após uma discussão que ela ouviu sem querer entre Aphrodite (sua pior rival e, que tem como poder, ver o futuro) e Neferet, a Grande Sacerdotisa e mentora de Zoey.

Zoey carrega esse mau pressentimento e nada melhora após o terceiro desaparecimento: Heath, o ex-namorado de Zoey por quem que ela ainda tem grande carinho. Mesmo todos achando que ele esteja morto, ela pressente o contrário.

É devido a essa sensação que Zoey embarca na tentativa de salvar Heath, seja de quem e onde for. Com a ajuda de seus amigos e de seu dom (para quem não se lembra, ela tem afinidade com os cinco elementos), Zoey embarca nessa arriscada e perigosa missão.

Vocês devem estar se perguntando “tá, e aí, cadê o romance? E o Erik Night?”. Calma gente, neste segundo livro aparece sim o Erik Night, – ÓBVIO – o atual quase-namorado dela. Devo infelizmente informar que não há tanto romance narrado entre eles se comparado ao primeiro livro. Mas não é motivo de desânimo hehehe. Como no início do livro Erik se encontra em uma viagem, Zoey acaba conhecendo novas pessoas e se aproximando daqueles já conhecidos, o que a faz ficar confusa em relação ao que quer, confesso que isso me irritou um pouco.

Outro dois pontos que eu não poderia deixar de comentar é que, neste livro, há uma parte em especial que é de cortar o coração (quem leu ou vai ler, vai saber de qual parte eu estou falando). Alguns vão odiar e outros, como eu, vão achar que tal acontecimento deve ter ocorrido por um motivo maior, que deverá ser explicado na continuação. Também há uma aproximação entre Zoey e Aphrodite (por incrível que pareça). Elas não se tornam amiiiiigas, mas a relação já não é mais a mesma que aquela apresentada no primeiro livro, até porque Zoey percebe a razão de Aphrodite ser do jeitinho dela, o que facilita de certa maneira essa aproximação.

Este livro deixou em aberto dois temas que, com certeza, vão ser bem mais desenvolvidos na continuação, no livro “Escolhida” (já li e em breve resenha aqui no blog)!

A escuridão nem sempre equivale ao mal, bem como a luz nem sempre traz o bem. As palavras da Deusa ecoaram em minha mente, dando-me força.” (pg.327)
By Alessandra

domingo, 3 de julho de 2011

Book Blogger Hop #13 #14


Importamos para o nosso blog o Book Blogger Hop! A ideia é das gurias do blog Murphy's Library, que criaram a versão brasileira inspiradas na versão em inglês do Crazy For Books. A ideia é conhecer um pouco mais dos blogueiros literários.

O meme funciona da seguinte forma: toda semana, as gurias postam uma pergunta. Quem quiser responder, coloca o selo do Book Blogger no seu blog e linka o seu post no Murphy's Library.

Essas duas últimas semanas, as perguntas foram:


Alessandra: Concordo com o que a Débora falou aqui embaixo. Só acrescentaria que, quando a editora para de responder os e-mails, acho uma falta de educação.

Débora: Sou a favor, acho válido as editoras divulgarem seus livros através de blogs, visto que é uma maneira de alcançar mais leitores. Na verdade, considero uma via de mão dupla: o blogueiro recebe material para "alimentar'' seu blog, enquanto a editora divulga seu trabalho. Agora, se a editora para de responder aos emails, não tem muito o que se fazer, a não ser que seja uma parceria que permita ligar, ou seja, se a pessoa da editora já te conhece e tal... 


Alessandra: Nossa, eu com certeza iria reclamar. Afinal, se eu emprestei, o mínimo a esperar é que a pessoa cuide bem, até porque é o livro de outra pessoa.

Débora: Reclamaria certo e muito... acho que a própria pessoa iria propor me dar um novo de tanto que ia encher o saco hehehehe! 
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